19 maio 2010

Deixe-me


deixe-me te contar coisas, coisas que eu sei.
Deixe-me te guiar pelos meua atalhos,
Pisar nas sombras dos galhos, das florestas que eu criei.
Deixa-me sussurrar sussurris puros,
Tão delicados que derrubem muros
Tão transparentes que inudem o escuro.
Deixa-me sentar contigo nun balaço qualquer
E te contar o que vai nos meus olhos
Deixe-me somente...
Para assim, deixar que a vida nos leve meu amo, docemente...


Desconheço autoria

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